ESCOLA DE ESPORTES

ESCOLA DE ESPORTES
CASA ESPERANÇA E VIDA

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

PARA VENCER O EGOÍSMO



QUANDO UMA FERIDA NÃO DOI MAIS É POR QUE ELA ESTÁ CURADA ,LEMBRA MAS NÃO DOI...

VENCE A TI MESMO E O MUNDO ESTARÁ VENCIDO...

A FELICIDADE É COMO ALGO EMPRESTADO...

VOCÊ NÃO É RESPONSÁVEL PELA FELICIDADE DOS OUTROS.

OTIMISMO É O SEGREDO DOS VITORIOSOS..

AME SEU VIZNHO E CUIDE DE SUA CERCA...

NÃO SE DEIXE LEVAR MUITO A SÉRIO...

EU NÃO PAREI EU APENAS ME RENDI...

FAÇA AS COISA FÁCEIS! NÃO PROCURE DIFICULTÁ-LAS!

O QUE NÃO TEM SOLUÇÃO, SOLUCIONADO ESTÁ...

HUMILDADE É UMA FORÇA PROVINDA DE DEUS...

ACOMODAÇÃO NÃO É SERENIDADE, É DEFEITO DE CARÁTER, TRABALHE.

NÃO TENTE INVENTAR A RODA...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CONTRASTE




"Quando partimos no verdor dos anos,
Da vida pela estrada florescente,
As esperanças vão conosco à frente,
E vão ficando atrás os desenganos.

Rindo e cantando, célebres, ufanos,
Vamos marchando descuidosamente;
Eis que chega a velhice, de repente,
Desfazendo ilusões, matando enganos.

Então, nós enxergamos claramente
Como a existência é rápida e falaz,
E vemos que sucede, exatamente,

O contrário dos tempos de rapaz:
Os desenganos vão conosco à frente,
E as esperanças vão ficando atrás."



Padre Antônio Thomaz

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A ARTE DE NÃO ADOECER



"A arte de não adoecer"

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O
diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a
lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que
lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce
existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa
que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas
de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a
saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e
pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que
não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há
relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom
humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varella




fonte:http://www.paralerepensar.com.br/a_artedenadoecer.htm

quarta-feira, 13 de julho de 2011

UM BRINDE...RAP INQUÉRITO - COMPOSIÇÃO RENAN


O etanol move os carros né
mas só que o seu Zé
foi quem cortou a cana, ainda anda a pé
a lida no sol é quente
amarga tipo água ardente
mas faz açúcar que adoça o café de muito cliente
e chega em casa do trampo
acabado, moído, um bagaço
só uma dose de pinga pra esquecer do cansaço
esquecer do filho em cana
por que não quis cortar cana
dá mulher que foi embora
cansou do marido alcoólatra
no balcão do buteco ele ouve o comentário
morreu tiozinho na rua debaixo atropelado
pai de família, nem bebia, tava parado
só que o cara do audi tava a milhão e chapado
(álcool) no tanque do carro na veia do motorista
(álcool) pra limpar o sangue grudado no parabrisa
história que se repete como foi no passado
lucro pra senhor do engenho
nóis continue escravo

tá tudo certo não precisa brigar
pra que levar a sério a cara é brincar
a vida é uma festa vamos brindar
vamos brindar

ha ha vamos brindar
comemorar
os milhões faturados pela indústria do álcool
o lares destruídos, as brigas, as mortes
os acidentes de trânsito
e todas as suas vítimas
um brinde ao trabalho infantil na colheita da cana
as queimadas, a cirrose
e todo dinheiro público gasto por causa do álcool
eh vamos brindar
já foi moda
queimar índio com álcool lá em Brasília
virou foi moda
álcool em gel por causa da gripe suína
e ele é um ótimo combustível
move até as pessoas
é incrível
une os amigos no bar
separa as famílias em casa
número um, boa idéia
desce redondo e dá asas
destrói estômago, fígado, organismo
só que
toda vez que cê brinda, fala saúde porque?
tem uns que bebe só pra ficar valente (tem)
tem uns que bebe e diz que é socialmente (tem)
bebem se o time ganha pra comemorar a goleada
bebe se o time perde só pra afogar as mágoas
eu vejo o rosto dos tio no buteco tudo triste
envelhicidos 10 anos a mais, tipo wisky
lazer que sobra que é igual droga
só ver, que não é usuário de bar
é viciado em TV

tá tudo certo não precisa briga
pra que levar a sério a cara é brincar
a vida é uma festa vamos brindar
vamus brindar

FONTE:http://www.youtube.com/watch?v=ZAaQlpwRgeo

segunda-feira, 11 de julho de 2011

QUANDO ME AMEI DE VERDADE...




"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é… Saber viver!!!"


TEXTO:Kim McMillen:
FONTE:http://charliechaplin.wordpress.com/2007/06/07/quando-me-amei-de-verdade/

É PRECISO SABER VIVER...


Maconha aumenta o risco de psicose, diz pesquisa
Publicado em 24/06/2011 por Clínica Alamedas
BBC Brasil JORNAL
Pesquisa foi realizada ao longo de dez anos entre 1.923 pessoas
Pessoas que consumiram maconha na adolescência ou no início da vida adulta enfrentam maior risco de apresentar sintomas de psicose mais tarde, afirma um estudo recém-divulgado.
A pesquisa, realizada pelo professor Jim van Os, da Universidade de Maastricht, da Holanda, foi feita na Alemanha, e contou ainda com pesquisadores da Suíça e da Grã-Bretanha.

A psicose é uma desordem mental na qual o indivíduo perde o contato com a realidade.
O estudo, publicado na revista especializada British Medical Journal, acompanhou um total de 1.923 pessoas ao longo de um período de dez anos.
Apesar de as relações entre maconha e psicose já serem conhecidas, ainda não estava claro se era a maconha que desencadeava os sintomas dessa condição ou se as pessoas se sentem propensas a consumir a droga devido a seus sintomas. A pesquisa indica que a primeira hipótese é a mais provável.
Estudo
Os participantes da pesquisa tinham entre 14 e 24 anos. Eles foram avaliados em períodos distintos para aferir possíveis relações entre o uso de maconha e de manifestações de sintomas psicóticos.
O primeiro período estudado foi feito três anos após o início da pesquisa. A segunda amostragem ocorreu oito anos depois que a pesquisa começou. E a conclusão ocorreu dez anos após o começo do estudo.
Os pesquisadores colocaram os que já fumavam maconha em um grupo e excluíram os que apresentavam um quadro pré-existente de psicose, para que pudessem melhor estabelecer as ligações entre novos usuários de maconha e a apresentação de sintomas da doença.
A pesquisa também teria mostrado que aqueles que já fumavam maconha na época do começo da pesquisa enfrentariam riscos mais elevados de apresentar sintomas psicóticos persistentes.
Aumento
O estudo concluiu que o uso de maconha aumenta ”significativamente” a incidência de sintomas psicóticos, mesmo quando outros fatores, como situação sócio-econômica, o uso de outras drogas e de condições psiquiátricas estão em jogo.
Além de afirmarem que o uso da maconha é mais um fator de risco para o desenvolvimento de sintomas psicóticos, os cientistas envolvidos com a pesquisa disseram também que ”o uso repetido de maconha pode aumentar o risco de sofrer desordens psicóticas por ter impacto na persistência dos sintomas
De acordo com Robin Murray, professor de pesquisa psiquiátrica do Instituto de Psiquiatria da Grã-Bretanha, a pesquisa representa ”mais um tijolo no muro de provas”, de que o uso da maconha contribui para formas de psicoses como a esquizofrenia.
Segundo Murray, a pesquisa é um dos dez estudos similares que apontam nessa mesma direção.
FONTE:http://clinicaalamedas.wordpress.com/2011/06/24/maconha-aumenta-o-risco-de-psicose-diz-pesquisa-2/#more-2335

domingo, 26 de junho de 2011

Orientação Familiar ...


DICAS PARA A FAMILIA :


A melhor defesa de uma família para o impacto emocional do abuso de drogas é adquirir conhecimento, alcançando assim a maturidade e a coragem que são necessárias para torná-lo efetivo. Pessoas que são capazes de ajudar adictos ou usuários, fora de sua família, tornam-se confusas e destrutivas, quando um membro de sua própria família se envolve com este problema.
O parente mais próximo ou a pessoa que se sentir mais responsável pelo dependente, em geral, precisa de mais assistência e orientação do que o próprio “usuário”.
Dependência química é uma doença que tem um impacto tremendo sobre os familiares mais próximos mais afetados são os pais, maridos ou mulheres, irmãs e filhos. Quanto mais distorcidas ficam as emoções destas pessoas ,mais inadequada fica a sua ajuda. A internação entre o usuário de drogas e sua família pode e freqüentemente se torna destrutiva em vez de construtiva.
Por exemplo, os mais chegados ao usuário ou adicto podem achar-se culpados por todas as suas dificuldades. Isto pode chegar a um ponto em que começam a ter medo diante da possibilidade de que isto seja verdadeiro. Contudo, a adicção é uma doença. Ninguém é responsável pela dependência de drogas de outra pessoa ou pela sua recuperação. No entanto, por falta de conhecimento, aqueles mais chegados ao dependente podem permitir que a doença passe despercebida, apoiar o seu desenvolvimento e contribuir para que o tratamento seja evitado. Através da compreensão do problema e com coragem, o familiar pode tomar atitudes que levam o dependente a uma recuperação antecipada – apesar de que esta recuperação não pode ser absolutamente assegurada.

As pessoas diretamente envolvidas na vida do dependente não podem “tratar” da doença. Nenhum medico se automedica numa doença grave, e poucos atuarão como médicos para a sua própria família, especialmente marido e mulher, pais e filhos. A medida que o abuso de drogas progride, aqueles mais próximos do dependente ficam emocionalmente envolvidos. A melhor ajuda que eles podem dar, inicialmente, é procurar auxilio e orientação para a sua própria situação, para que eles não atuem como facilitadores apoiando o padrão progressivo da doença da dependência química. Os erros cometidos por pais e parentes próximos, cheios de boas intenções, são inacreditáveis e, na maioria das vezes, tornam mais difícil à recuperação do dependente de drogas.

Antes de qualquer coisa, é preciso compreender que a família pode fazer tudo que é conhecido e dado como certo, porém a doença pode prosseguir incontrolada. No entanto, se a família estiver disposta a aprender os fatos reais sobre o abuso de drogas e dependência química, e fazer o uso desse conhecimento, as possibilidades de recuperação aumentam consideravelmente. Na realidade, a melhor forma de ajudar na recuperação de qualquer adicto ou usuário, é remover a ignorância, adquirir uma atitude adequada – baseada no conhecimento – e ter coragem de praticar estes princípios, quando estiver lidando com o dependente. Começar de forma habitual, na tentativa de ajudar o dependente a parar de usar drogas, sem primeiro aprender a olhar atentamente as próprias reações e tentar fazer esforço efetivo de mudanças em si mesmo,simplesmente fará a situação piorar. Inicialmente, precisamos compreender que os problemas da dependência química não estão somente nos químicos, mas nas pessoas que estão usando estes químicos.
No entanto,a recuperação verdadeira só começa quando a pessoa inicia o seu afastamento completo do uso de drogas, do álcool ou de outras substancias que alteram a mente. Recuperação é algo semelhante á construção de uma arco gótico. Existem fundações invisíveis, muitas pessoas podem colocar varias pedras no arco, mas a pedra angular tem que ser colocada pelo próprio dependente, senão a estrutura toda cai. Ninguém pode fazer pelo dependente aquilo que só ele pode fazer por si próprio. Você não pode tomar remédio pelo paciente e esperar que o paciente se beneficie. Opções e decisões tem que ser feitas e tomadas pelo dependente, por vontade própria, para que a recuperação ocorra em bases permanentes.

É assustador como o dependente controla a família, especialmente pai e mãe, a mulher ou o marido. O dependente usa drogas cada vez mais. A família berra,grita, esbraveja, implora, pede, reza, ameaça e pratica o silencio como o remédio. Mas, também, encobre, protege e defende o dependente das conseqüências do uso de drogas. Se o dependente continua agindo como um pequeno Deus, é porque a família ajuda a manter a ilusão da onipotência. Para preservar esta neurose de onipotência (a tentativa de agir como Deus), o dependente tem duas armas primordiais.



AS ARMAS DO DEPENDENTE
A primeira arma é a habilidade de provocar raiva ou perda de controle das emoções.
Se o familiar ou amigo fica zangado ou hostil, sua habilidade de ajuda, o dependente é destruída completamente. Consciente ou inconscientemente, o dependente está rejeitando uma imagem de auto-aversão contra a outra pessoa.Quando aqueles mais próximos do dependente reagem com raiva, de uma maneira hostil, ele se sente justificado no abuso anterior e tem mais desculpas para mais uso de drogas no futuro. Os deuses primeiro provocam raiva naqueles que eles querem destruir, e o dependente têm uma longa experiência de agir como um pequeno Deus. Se perdermos a calma,todas as chances de poder ajudar são jogadas fora pelo menos naquele momento.
A segunda arma é a habilidade de provocar ansiedade na família.
Assim, os familiares são muitas vezes compelidos a fazer pelo dependente aquilo que somente ele deveria fazer por si mesmo,para que a doença possa ser detida. Nos seus esforços errados,feitos para ajudar,familiares se encontram repetidas vezes protegendo o dependente das conseqüências de suas ações, encobrindo, protegendo, proporcionando espaços para que ele possa se destruir. Um “cheque sem fundos” é um bom exemplo para ilustrar este principio. O dependente não tem dinheiro para honrar o cheque. Quando a ansiedade ou o constrangimento da família se torna profundamente intenso, com o que poderá acontecer com este cheque sem fundos, eles garantem o dinheiro e cobrem o cheque.Isto alivia a ansiedade da família e do dependente, mas estabelece um padrão de comportamento para o dependente na área de solução de problemas. Ele agora aprende que a família não vai deixá-lo sofrer as conseqüências de suas ações e tem certeza que isto vai acontecer, sempre que ele passar “cheque sem fundos”.




ABUSO DE DROGAS, UMA DOENÇA DA FAMILIA.
O dependente de drogas é levado á progressão da doença, quando aqueles que o cercam são incapazes de lidar com a ansiedade que ele provocou. Isto é, com efeito parte da doença. Nem o dependente, nem aqueles emocional mente envolvidos com ele são capazes de enfrentar a realidade. A emissão de um cheque sem fundos e o resgate do cheque, pela família, nada mais são do que dois lados do mesmo problema. O dependente não pode desfazer o que os outros fizeram. Se a família resgata o cheque, o dependente não pode fazê-lo, e, portanto, este fracasso se torna permanente. Isto, na realidade, aumenta o sentimento de fracasso e culpa do dependente e aumenta o sentimento de hostilidade e condenação da família. A situação toda se piora. A família não passou o cheque sem fundos mas, ao resgatá-lo, de algum modo, deu a sua aprovação àquele ato, enquanto o condenaram verbalmente.
O adicto ou usuário pode continuar negando que tenha um problema de abuso de drogas e que precisa de ajuda, enquanto a família lhe der proteção automática ou livrá-lo das conseqüências. Cada vez que a família reage, na sua maneira usual, o crescimento da sua maturidade fica perdido e comportamento imaturo do dependente é perpetuado e encorajado.
A raiva e a ansiedade devem ser evitadas pela família ou ela contribuirá para a progressão da doença. Os membros da família devem primeiro aprender a lidar com seus próprios problemas, antes que quaisquer efeitos benéficos possam atingir o adicto ou o usuário.
A ajuda para o dependente de drogas e para a sua família deveria ser procurada fora do circulo de parentes, amigos e de vizinhos. De preferência, deve vir de pessoas treinadas nesta área de trabalho ou de programas de recuperação. As famílias podem ajudá-lo, estando prontas para sugerir recursos, tais como o programa dos Doze Passos ou com o aconselhamento profissional. Quando membros procuram ajudar, individualmente, no mesmo programa ou num programa semelhante, tal como dos Grupos Familiares NAR-ANON, muitas vezes lançam as sementes para a recuperação da família.




AMOR E COMPAIXÃO


Um dos maiores fracassos na abordagem de pessoas que abusam de drogas é a inabilidade para se compreender o significado do amor. Da mesma maneira que não se tem o direito de declarar: “se você me amasse,você não teria diabetes”, não se tem o direito de declarar: “se você me amasse, não usaria drogas”.
O uso excessivo de drogas revela a existência de uma doença e doença é uma condição não uma atitude.Não está longe da verdade dizer que o dependente se sente não amado e não desejado- não é sem razão. O amor não pode existir sem a dimensão da justiça. O amor também precisa de compaixão, que significa suportar com ou sofrer com uma pessoa. Compaixão não significa sofrer por causa da injustiça de uma pessoa.No entanto, os que estão próximos do dependente sofrem suas injustiças repetidamente.
Narcóticos, sedativos e álcool são drogas que aliviam a dor. Este é o prazer da fuga química. É um artifício solucionador de problemas, que alivia o desconforto, a ansiedade, a tensão e o ressentimento. Drogas, incluindo o álcool,permitem ao individuo evitar momentaneamente a dor, mas na família, a dor, tensão, ansiedade e ressentimento são violentamente aumentados.
Quando o efeito das drogas passa, quando o individuo está limpo e sóbrio, ele não mais deseja sofrer as conseqüências do uso de drogas. Pode ate haver um desejo enorme de não discutir o que aconteceu ou o reverso da medalha também pode surgir, remorso e culpa pode compelir o dependente a mostrar-se perante a família, suplicar misericórdia e prometer que não acontecerá de novo. Cada tentativa é a de atingir a mesma meta – evitar as conseqüências do abuso de drogas. Se o dependente tiver sucesso com um dos dois métodos, sua dor é novamente evitada ou aliviada, mas a família de novo paga o preço do alcoolismo ou da adicção.



O AMOR É DESTRUIDO.


O amor não consegue substituir a esse tipo de ação e de interação. O dependente usa drogas ou álcool para escapar da dor e aprende como usar a família para fugir das conseqüências dolorosas.
A família sofre quando o dependente usa drogas e também sofre as conseqüências dolorosas. Se a família suporta a dor e absorve as conseqüências, então a compaixão não poderá existir.
Compaixão é suportar com ou sofrer com a pessoa, e não sofrer por causa do desejo de não sofrer da outra pessoa.
O único meio do amor substituir é que a família aprenda a não sofrer, quando o uso de drogas do dependente estiver progredindo, e se recusa a desfazer as conseqüências do seu uso.
Qualquer coisa diferente, ou menos que isto,não é compaixão e qualquer relacionamento sem justiça e compaixão não é amor.
Fatores que complicam a situação familiar estão muitas vezes envolvidos.
Há esposas que precisam de maridos dependentes e maridos que precisam de esposas dependentes para alimentar suas neuroses pessoais. Isto também pode ser verdade de uma relação de pais, irmãos e irmãs.
Cada um de nos precisa olhar bem para si mesmo, para ter certeza de que essa necessidade não existe. Masoquismo é a necessidade de sofrer para poder encontrar um senso, de auto-estima e valor na vida. É encontrado, as vezes, em mulheres ou mães de usuários de drogas, pois elas dependem desse meio de sofrimento para satisfazer suas próprias necessidades emocionais. Algumas pessoas são sádicas e precisa ter alguém a mão para castigar e o dependente serve para este propósito.
Outras precisam dominar e controlar outras pessoas e dependentes suprem e se encaixam no exercício desse controle e domínio. Se qualquer destas três situações existirem, então o não usuário pode ter uma doença mais seria ainda que a dependência química, e esta precisa ser tratada e detida, para que estas pessoas possam tomar uma atitude que não seja a de contribuir para o progresso da dependência.




A abstinência das drogas lícitas são as piores.
A principal é a do tabagismo, em seguida vem o álcool.
A pessoa passa por terríveis CRISES DE IRRITAÇÃO.
Temos que estar prontos para distrair a mente dela com terapia ocupacional, dinâmica, oração e louvor.



Destacamos a paciência e o amor como os maiores aprendizados.


Muitas pessoas hoje não usam drogas, não se prostituem, estão na Igreja, mas não sabem que dão trabalho para Deus. Não é apenas a droga, mas a desobediência a Deus em todas as áreas. As pessoas hoje discriminam quem usa droga, mas às vezes tem vícios piores por aí como desobedecer aos pais, desonestidade, adultério, falsidade. Isso tudo é pecado. Não é pecado usar somente drogas. É pecado desagradar ao Espírito Santo de Deus.
Aprendemos que Deus tem muita paciência e amor para com todos.


FONTE: http://sosdependente.com.br/home/?page_id=34